Um espaço construído por duas psicólogas que acreditam no cuidado com presença, afeto e responsabilidade.
Essa Casa é construída por duas psicólogas reais, com falhas, risos, ética e humanidade. Nossa história se constrói através dos nossos sentidos e essa Casa existia mesmo antes de ter nome. Ela segue sendo construída todos os dias, em cada troca, em cada criação e em cada pessoa que passa por aqui. Porque essa Casa só faz sentido quando se enche de gente, de histórias e de encontros.
Em escuta qualificada.
Em construção de sentido.
Em respeitar o tempo de cada história.
Juliana é uma psicóloga real, pulsante e criativa, formada pela PUC-Rio desde 2021 e também fundadora da Casa do Sentido.
Sua prática clínica é guiada pelo afeto e pela ótica da Gestalt-Terapia, sustentando processos com presença e sensibilidade.
É terapeuta sistêmica pelo Instituto Bio Desenvolvimento Humano e tem na arte uma forte aliada do cuidado. Acredita na criatividade como ponte para acessar o que, muitas vezes, não se organiza apenas pela palavra.
Sua escuta é viva, atenta e profundamente comprometida com cada processo que acompanha.
Psicóloga formada pelo IBMR e fundadora da Casa do Sentido, Jéssica acredita em uma clínica feita de presença e afeto.
Sua trajetória é atravessada por formações que ampliam o olhar clínico e sustentam um cuidado profundo e responsável. É terapeuta sistêmica pelo Instituto Bio Desenvolvimento Humano, formada em Cuidados Paliativos pelo Einstein e em Terapia Cognitivo-Comportamental pelo CPAF, além de ser apaixonada pela Gestalt-Terapia.
A arte também é parte essencial do seu modo de existir e cuidar. Através da cerâmica, do bordado, da pintura e de outras formas de criação, Jéssica encontra caminhos de expressão que também atravessam sua prática clínica.
Acreditamos que a saúde mora na nossa capacidade criativa.
Por isso, integramos à nossa prática, recursos que ampliam a experiência terapêutica: Escrita, pintura, rituais, desenhos, recorte e cola, leitura, trabalhos emocionais em grupo… As nossas propostas nascem com uma única intenção: facilitar acessos internos e ampliar a consciência sobre si.
A fala é muito importante, mas é na experiência que conseguimos sentir no aqui e agora e, a partir disso, a transformação se torna possível.